02OUT

1º Oficina de Submissão de Artigos da Pará Research Medical Journal

Na oficina, os candidatos a submissão de artigos receberam informações de como evitar erros que tem sido comuns no momento da submissão desde falhas na redação do artigo, omissão de documentos obrigatórios, até a aprovação no comitê de ética, já que as pesquisas envolvem seres humanos”, esclareceu o Editor Chefe

http://www.santacasa.pa.gov.br/ensino/noticias/detalhe/?id=539

Pará Research Medical Journal
https://www.prmjournal.org/instructions
Pará Research Medical Journal

Instruções e Políticas

Nesta página você encontra as Políticas Editoriais da Pará Research Medical Journal e as Normas para formatação que devem ser seguidas para todas as submissões.

Políticas Editoriais

Políticas gerais

Os artigos submetidos à Pará Research Medical Journal devem seguir as recomendações do Comitê Internacional de Editores de Revistas Médicas (www.icmje.org) e os autores devem assumir total responsabilidade pelos conceitos emitidos, garantindo a seriedade e qualidade dos trabalhos, bem como tratamento ético e estatístico adequados dos dados. Artigos que não estejam de acordo com políticas editoriais ou com as normas de submissão serão devolvidos.

Artigos enviados para análise não poderão ter sido publicados anteriormente nem estar em avaliação simultaneamente para publicação em outras revistas. Na seleção do manuscrito para publicação os conselhos editorial e científico irão avaliar a originalidade, a contribuição, a relevância do tema, a metodologia utilizada, além da adequação às normas e políticas editoriais adotadas pela revista.

A Revista cumpre a resolução do CFM nº 1596/2000, que veda artigos, mensagens e matérias promocionais de produtos ou equipamentos de uso na área médica.

O periódico adota o uso da Licença Creative Commons BY-NC, que permite uso, distribuição e reprodução em qualquer meio, sem restrições desde que sem fins comerciais e que o trabalho original seja corretamente citado.

Peer-review

Os artigos submetidos primeiramente passam por uma verificação pelo conselho editorial quanto adequação às políticas editoriais e normas de submissão, podendo ser devolvidos para adequação antes de seguirem para avaliação. Os artigos que seguirem para avaliação serão encaminhados ao conselho científico para avaliação e decisão de sua publicação por pares academicamente reconhecidos. Os artigos poderão receber parecer de aceito, recusado ou aceito com as modificações e sugestões da revisão.

Políticas de seção

Artigos originais

Artigos originais são contribuições destinadas a divulgar resultados de pesquisa original inédita. Devem obedecer ao limite de 20 páginas no total do artigo (títulos, resumos, descritores, corpo do artigo, ilustrações e conter 30 referências, no máximo);
Artigos originais devem conter:
  1. Título e subtítulo (se houver), em português, e tradução para o inglês, centralizados.
  2. Resumo estruturado: em português, deve ter no máximo 250 palavras, escrito em parágrafo único, contendo: objetivo, método (casuística e procedimento), resultados (somente os  mais significantes) e conclusão ou considerações finais. 
  3. Descritores: citar no mínimo 3 e no máximo 6 , em ordem de importância para o trabalho, devendo obrigatoriamente constar do DeCS (Descritores em Ciências da Saúde) criado pela LILACS/BIREME e disponível em http://decs.bvs.br
  4. Summary: versão do resumo do trabalho para a língua inglesa. Deve ter a mesma formatação do Resumo (ver acima).
  5. Keywords: em língua inglesa. Citar no mínimo 3 e no máximo 6 , em ordem de importância para o trabalho, devendo constar do DeCS (Descritores em Ciências da Saúde) criado pela LILACS/BIREME e disponível em http://decs.bvs.br.
  6. Introdução: mostra a hipótese formulada, atualiza o leitor na relevância do tema sem divagação e termina com o objetivo do trabalho.
  7. Método: citar nº do protocolo de aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa sem identificar instituição e mencionar aplicação do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (se fez uso deste) - nomes de instituições somentes devem ser inseridos se o artigo for aprovado -; descrever a casuística, amostra ou material e procedimentos utilizados para o trabalho. Descrever, também, os métodos estatísticos empregados e as comparações empregadas em cada teste, assim como, o nível de significância.
  8. Resultados: constituído por, no máximo, 6 tabelas numeradas, com legenda superior e fonte de informação abaixo, acompanhadas ou não de gráficos. Não fazer comentários, reservando os para o item Discussão.
  9. Discussão: comenta e compara os resultados da pesquisa com os da literatura referenciada, de maneira clara e sucinta.
  10. Conclusões ou considerações finais sobre os resultados da pesquisa ou estudo, de forma concisa e coerente com o tema.

Artigos de revisão sistemática

Artigos de revisão sistemática são contribuições cujo método de pesquisa é conduzido por meio da síntese de resultados de estudos originais quantitativos que têm por objetivo responder a uma questão específica e de relevância para a saúde. Os procedimentos metodológicos deverão ser descritos detalhadamente em todas as suas etapas no que se refere à busca dos estudos originais, critérios de inclusão e exclusão, testes preliminares e de níveis de evidência, segundo o referencial teórico metodológico adotado. A revisão sistemática poderá se caracterizar em meta-análise e ou metassíntese dependendo do tipo de abordagem metodológica do manuscrito e do objetivo do estudo. Os procedimentos metodológicos deverão ser detalhados em todas as etapas preconizadas pelo referencial primário adotado (p.ex. http://www.prisma-statement.org/statement.htm). Devem obedecer ao limite de 10 páginas no total do artigo e limite de até 20 referências, sendo o mínimo de 50% dos últimos 3 anos.
Artigos de revisão sistemática devem conter:
  1. Título e subtítulo (se houver), em português, e tradução para o inglês, centralizados.
  2. Resumo estruturado: em português, deve ter no máximo 250 palavras, escrito em parágrafo único, contendo: objetivo, método (casuística e procedimento), resultados (somente os  mais significantes) e conclusão ou considerações finais. 
  3. Descritores: citar no mínimo 3 e no máximo 6 , em ordem de importância para o trabalho, devendo obrigatoriamente constar do DeCS (Descritores em Ciências da Saúde) criado pela LILACS/BIREME e disponível em http://decs.bvs.br
  4. Summary: versão do resumo do trabalho para a língua inglesa. Deve ter a mesma formatação do Resumo (ver acima).
  5. Keywords: em língua inglesa. Citar no mínimo 3 e no máximo 6 , em ordem de importância para o trabalho, devendo constar do DeCS (Descritores em Ciências da Saúde) criado pela LILACS/BIREME e disponível em http://decs.bvs.br.
  6. Introdução: mostra a hipótese formulada, atualiza o leitor na relevância do tema sem divagação e termina com o objetivo do trabalho.
  7. Método (descritores pesquisados, bases de dados, línguas, período pesquisado etc.);
  8. Resultados (nº de artigos encontrados por língua, base de dados, ano, etc.);
  9. Discussão: comenta e compara os resultados da pesquisa com os da literatura referenciada, de maneira clara e sucinta.
  10. Conclusões ou considerações finais sobre os resultados da pesquisa ou estudo, de forma concisa e coerente com o tema.

Artigos de revisão integrativa

Artigos de revisão integrativa são contribuições cujo método de pesquisa é conduzido por meio da síntese e comparação de resultados de estudos quantitativos, qualitativos originais e reflexões teóricas criticamente sustentadas. Seu objetivo é responder questões norteadoras específicas, que expressem o estado da arte e ou as lacunas do conhecimento em relação a fenômenos relevantes para a saúde.  Os procedimentos metodológicos deverão ser detalhados em todas as etapas preconizadas pelo referencial primário adotado por ex.: Cooper, Ganong, Whittemore e Knafl, Broome, dentre outros). Não se trata de artigo de revisão da literatura.  Devem obedecer ao limite de 10 páginas no total do artigo e limite de até 20 referências, sendo o mínimo de 50% dos últimos 3 anos.
Artigos de revisão integrativa devem conter:
  1. Título e subtítulo (se houver), em português, e tradução para o inglês, centralizados.
  2. Resumo estruturado: em português, deve ter no máximo 250 palavras, escrito em parágrafo único, contendo: objetivo, método (casuística e procedimento), resultados (somente os  mais significantes) e conclusão ou considerações finais. 
  3. Descritores: citar no mínimo 3 e no máximo 6 , em ordem de importância para o trabalho, devendo obrigatoriamente constar do DeCS (Descritores em Ciências da Saúde) criado pela LILACS/BIREME e disponível em http://decs.bvs.br
  4. Summary: versão do resumo do trabalho para a língua inglesa. Deve ter a mesma formatação do Resumo (ver acima).
  5. Keywords: em língua inglesa. Citar no mínimo 3 e no máximo 6 , em ordem de importância para o trabalho, devendo constar do DeCS (Descritores em Ciências da Saúde) criado pela LILACS/BIREME e disponível em http://decs.bvs.br.
  6. Introdução: mostra a hipótese formulada, atualiza o leitor na relevância do tema sem divagação e termina com o objetivo do trabalho.
  7. Método (descritores pesquisados, bases de dados, línguas, período pesquisado etc.);
  8. Resultados (nº de artigos encontrados por língua, base de dados, ano, etc.);
  9. Discussão: comenta e compara os resultados da pesquisa com os da literatura referenciada, de maneira clara e sucinta.
  10. Conclusões ou considerações finais sobre os resultados da pesquisa ou estudo, de forma concisa e coerente com o tema.

Relatos de caso

Relatos de caso são contribuições descritivas e contextualizadas, complementada por análise crítica fundamentada, a partir de um caso, situação, procedimento experiência ou inovação, podendo ser na área do cuidado, do ensino ou de pesquisa. Faculta-se a inclusão de figuras, tabelas, gráficos e ilustrações. Tratando-se de relato de caso clínico, é obrigatório enviar o parecer de aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa Envolvendo Seres Humanos como documento suplementar. Devem obedecer ao limite de 10 páginas no total do artigo e limite de até 20 referências, sendo o mínimo de 50% dos últimos 3 anos.
Relatos de caso devem conter:
  1. Título e subtítulo (se houver), em português, e tradução para o inglês, centralizados.
  2. Resumo estruturado: em português, deve ter no máximo 250 palavras, escrito em parágrafo único, contendo: objetivo, método (casuística e procedimento), resultados (somente os  mais significantes) e conclusão ou considerações finais. 
  3. Descritores: citar no mínimo 3 e no máximo 6 , em ordem de importância para o trabalho, devendo obrigatoriamente constar do DeCS (Descritores em Ciências da Saúde) criado pela LILACS/BIREME e disponível em http://decs.bvs.br
  4. Summary: versão do resumo do trabalho para a língua inglesa. Deve ter a mesma formatação do Resumo (ver acima).
  5. Keywords: em língua inglesa. Citar no mínimo 3 e no máximo 6 , em ordem de importância para o trabalho, devendo constar do DeCS (Descritores em Ciências da Saúde) criado pela LILACS/BIREME e disponível em http://decs.bvs.br.
  6. Introdução: mostra a hipótese formulada, atualiza o leitor na relevância do tema sem divagação e termina com o objetivo do trabalho.
  7. Método (estratégia de busca na literatura);
  8. Exposição do caso, técnica ou situação;
  9. Discussão;
  10. Conclusões ou considerações finais sobre os resultados da pesquisa ou estudo, de forma concisa e coerente com o tema.

Relatos de experiência

Relatos de experiência são artigos que descrevem condições de experiência dos autores em determinado campo de atuação. Devem mostrar reflexão sobre a prática, podendo apontar caminhos para estudos sistemáticos de caráter exploratório ou não. Tais relatos devem ter caráter não apenas descritivo, mas também reflexivo e não necessitam ter a estrutura dos artigos originais. Devem obedecer ao limite de 10 páginas no total do artigo e limite de até 20 referências, sendo o mínimo de 50% dos últimos 3 anos.
Relato de experiência devem conter:
  1. Titulo;
  2. Resumo;
  3. Descritores;
  4. Summary;
  5. Keywords;
  6. Introdução;
  7. Descrição da experiência;
  8. Resultados;
  9. Impactos;
  10. Conclusão;
  11. Referências.

Linguagem

Os artigos devem estar em português ou inglês. Artigos submetidos em português devem ter seu Título, Resumo e Descritores traduzidos para o inglês. Os artigos aceitos deverão ser traduzidos para a língua inglesa, às custas dos autores, antes que possam ser publicados. A revista recomenda que os autores utilizem serviços profissionais de tradução e revisão e apresentem sempre um certificado de tradução/revisão. A revista se reserva ao direito de analisar a qualidade da tradução efetuada, podendo solicitar correções.
A revista considera que as qualidades básicas da redação científica são: concisão, coerência, objetividade, linguagem correta e clareza.

Declaração sobre ética e má conduta na publicação

Os artigos submetidos à Pará Research Medical Journal devem ser elaborados seguindo as recomendações do Comitê Internacional de Editores de Revistas Médicas (www.icmje.org) e os autores devem assumir total responsabilidade pelos conceitos emitidos, garantindo a seriedade e qualidade dos trabalhos, bem como tratamento ético e estatístico adequados dos dados.

A PRMJ não tolera casos de má conduta na pesquisa, avaliação e publicação. Todos os artigos submetidos serão processados pelo sistema iThenticate para detecção de similaridade. Os casos de suspeita devem ser comunicados ao Editor-Chefe. Todos os casos relatados serão investigados seguindo os fluxogramas do COPE – Committee on Publication Ethics, disponíveis em: https://publicationethics.org.

Conflito de interesse

Todos os autores devem comunicar durante a submissão quaisquer conflitos de interesse potenciais.

Estudos envolvendo humanos e animais

O documento de aprovação da pesquisa pelo Comitê de Ética em Pesquisa em Seres Humanos (CEP)  deve ser apresentado na submissão. No manuscrito, ao final da seção Métodos, citar a numeração de  Certificado de Apresentação para Apreciação Ética (CAAE) e a aprovação do CEP bem como o número de protocolo para o Comitê de Ética em Pesquisa no Uso de Animais (CEUA). Todo trabalho com investigação humana deve ser acompanhado da aprovação prévia do Comitê de Ética em Pesquisa em Seres Humanos da instituição, onde se realizou o trabalho e relatar no texto a utilização do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, conforme recomenda a Declaração de Helsinki (de 1975 e revisada em 1983) e a Resolução n° 196/96, do Conselho Nacional de Saúde-Ministério da Saúde 466/2012. 

A pesquisa realizada em animal de experimentação, deverá ser acompanhada da aprovação do CEUA, seguindo as Normas Internacionais de Proteção aos Animais.

O número do protocolo de aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa deve ser citado, sem identificar instituição,  na seção Métodos e, quando pertinente, deve ser mencionada a aplicação do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

Quando se tratar de estudos envolvendo MATERIAL GENÉTICO ou CONHECIMENTOS TRADICIONAIS ASSOCIADOS, deverá ser anexado também o comprovante de registro ou certidão de cadastro no SisGen (Sistema Nacional de Gestão do Patrimônio Genético e do Conhecimento Tradicional Associado).

Copyright e licença de publicação

O Pará Research Medical Journal publica seus artigos em acesso aberto, preservando o copyright com os autores, reservando-se apenas ao direito da primeira publicação, e adota o uso da Licença Creative Commons BY (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/), que permite uso, distribuição e reprodução em qualquer meio, sem restrições desde que o trabalho original seja corretamente citado.

Normas para formatação

Os manuscritos devem ser preparados em inglês ou português, digitados em uma coluna, com espaçamento simples entre linhas, fonte Times New Roman tamanho 11, inclusive os dados da primeira página, resumos, descritores, referências, tabelas e legendas e submetidos em formato PDF.

Tabelas

As tabelas devem ser elaboradas utilizando a ferramenta própria para criação de tabelas do Microsoft Word e seguir seguintes orientações:

  • Sempre estar citadas no corpo do texto.
  • Ser identificadas e numeradas. Exemplos: Tabela 1, Tabela 2 etc.
  • Possuir legenda explicativa após a identificação na parte superior.
  • Incluir no rodapé da tabela quando necessário:
    • fonte dos dados.
    • o nível de significância p e entre parênteses o método estatístico aplicado.
    • identificação de símbolos utilizados no corpo da tabela.

Figuras

Por ser uma publicação online os autores podem utilizar cores, quando necessário, na preparação de suas figuras. As figuras não serão redesenhadas nem editadas e, por essa razão, devem ser preparadas, preferencialmente por um profissional, com cuidado para que mantenham uniformidade no tipo e tamanho de fonte utilizados ao longo do artigo.

Recomendamos que sejam seguidas todas as orientações do ICJME quanto a preparações de ilustrações para submissão (http://www.icmje.org/recommendations/browse/manuscript-preparation/preparing-for-submission.html#i). 

Imagens não devem ser manipuladas ou ajustadas de forma que possam causar a má interpretação das informações. Recomendamos que sejam observadas as dicas e exemplos publicados em "What's in a picture? The temptation of image manipulation" (Rossner and Yamada 2004, Journal of Cell Biology, 166:11).

Gráficos, fotografias, esquemas, ilustrações etc. devem ser citados como figuras e enviados nos formatos TIFF, GIF ou JPG, com alta resolução, além de permitir a perfeita leitura de todos os textos e símbolos utilizados. Se você imagina que uma figura precisa ser impressa com a largura de uma página envie-a com 2500 pixels de largura. Para quartetos cada imagem deve ter pelo menos 1200 pixels de largura.

Todas devem possuir legendas explicativas na parte inferior. 

As figuras devem ser identificadas e citadas no corpo do texto por meio de numeração arábica, crescente e sequencial.

Arquivos da submissão

Os arquivos devem ser preparados tendo em vista que o periódico adota revisão cega por pares. Deste modo, dados de autoria, afiliações ou instituições nas quais a pesquisa foi realizada não devem aparecer no manuscrito (manuscript.doc) a ser avaliado. Esses dados devem estar página de rosto (coverletter.doc).

Os seguintes arquivos deverão ser enviados no sistema de submissão:

  1. Página de Rosto (coverletter.doc);
  2. Termo de concordância (publishingagreement.doc);
  3. Documento que comprove a aprovação da pesquisa pelo Comitê de Ética (ethicscommittee.doc);
  4. Manuscrito sem identificação dos autores (manuscript.doc);
  5. Comprovante de registro ou Certidão de cadastro no SisGen (quando for o caso)

Para preparar cada documento, siga as especificações abaixo:

1. Página de Rosto (coverletter.doc)

ATENÇÃO: A PÁGINA DE ROSTO NÃO É A FOLHA DE ROSTO DA PLATAFORMA BRASIL

A página de rosto deve conter:

  1. Título do manuscrito em português e em inglês (se o artigo for escrito somente em inglês o título em inglês basta);
  2. Título resumido (somente no idioma principal);
  3. Nome completo de todos os autores (máximo 6 autores);
  4. Afiliação de todos os autores contendo: instituição, cidade, estado e país (no idioma de origem da instituição);
  5. Titulação completa de cada um dos autores;
  6. Local onde foi elaborado o estudo: instituição, cidade, estado e país (no idioma de origem da instituição);
  7. Autor para correspondência: Nome completo, endereço completo, CEP, cidade, estado, país (no idioma de origem do autor), e-mail, telefone e celular para contato;
  8. Fonte de financiamento: se houver insira o nome da instituição e o número do processo; se não houver escreva “nenhuma”;
  9. Conflito de interesse: descreve de modo sucinto os principais potenciais conflitos de interesse de cada autor; se não houver escreva “Os autores declaram não haver conflitos de interesse.”;
  10. Contribuição dos autores: descreva a efetiva contribuição de cada autor para a pesquisa e para o manuscrito;
  11. Agradecimentos: se houver, insira (item não obrigatório). 

Modelo da página de rosto para download a partir deste modelo

2. Termo de concordância (publishingagreement.doc)

O download deve ser realizado a partir deste modelo (inglês) ou deste (português) e ser assinado por todos os autores.

3. Autorizações de Comitês de Ética (ethicscommittee.doc)

Anexar os documentos pertinentes que comprovem a aprovação da pesquisa pelos Comitê de Ética e de estudos em animais.

4. Manuscrito (manuscript.doc)

Devem seguir as respectivas políticas editoriais e políticas de seção e ser submetido em formato PDF.

5. Comprovante de registro ou Certidão de cadastro no SisGen

O Sistema Nacional de Gestão do Patrimônio Genético e do Conhecimento Tradicional Associado – SisGen – é um sistema eletrônico criado pelo Decreto nº 8.772, de 11 de maio de 2016, que regulamenta a Lei nº 13.123, de 20 de maio de 2015, como um instrumento para auxiliar o Conselho de Gestão do Patrimônio Genético – CGen – na gestão do patrimônio genético e do conhecimento tradicional associado. Toda pesquisa envolvendo Patrimônio Genético ou Conhecimento Tradicional Associado deve ter seu registro efetuado na base do SisGen.

Referências bibliográficas

Devem obedecer aos requisitos uniformes recomendados pelo Comitê Internacional de Editores de Revistas Médicas (www.icmje.org). Todos os trabalhos citados no texto devem constar na lista de referências e vice-versa. As referências devem ser numeradas consecutivamente, de acordo com a ordem em que foram citadas pela primeira vez no texto. No corpo do texto e na lista de referências usar numeração arábica sobrescrita, crescente e sequencial para identificar e organizar as referências. Utilize o quantitativo máximo de referências que consta no item política de seção de acordo com o tipo de artigo. 

Evitar citações de difícil acesso, como resumo de trabalhos apresentados em congresso ou publicações de circulação restrita. 

Nas referências listar até os seis primeiros autores. Caso haja mais de seis autores, listar os seis primeiros e acrescentar a expressão “et al.” na sequência. Para exemplos de referências, veja também a seção “Bibliographic references examples” destas instruções.

Exemplos de referências bibliográficas

Abaixo incluímos alguns exemplos. Para exemplos detalhados e completos de referências, acessar as orientações contidas na página do Comitê Internacional de Editores de Revistas Médicas: www.nlm.nih.gov/bsd/uniform_requirements.html. Ou consulte o manual completo mantido pela National Library of Medicine (NLM), Citing Medicine, 2nd edition, disponível em https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK7256.

Artigos: 

Teixeira JRM. Efeitos analgésicos da Maytenus guianensis: estudo experimental. Rev Par Med. 2000;15(1):17-21.
Rose ME, Huerbin MB, Melick J, Marion DW, Palmer AM, Schiding JK, et al. Regulation of interstitial excitatory amino acid concentrations after cortical contusion injury. Brain Res. 2002;935(1-2):40-6. 

Livros: 

Murray PR, Rosenthal KS, Kobayashi GS, Pfaller MA. Medical microbiology. 4th ed. St. Louis: Mosby; 2002.

Capítulos de livros:

Couser WG. Distúrbios glomerulares. In: Cecil RL. Tratado de medicina interna. 19. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1993. p. 477-560. 

Material publicado em meio eletrônico: 

Engelhorn CA, Coral FE, Soares ICM, Corrêa GFA, Ogeda JP, Hara LY, et al. Patterns of saphenous reflux in men with chronic venous insufficiency. J Vasc Bras [Internet]. 2016  Dec [cited  2017  Mar  17];15(4):268-74. Available from: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1677-54492016000400268&lng=en 


Links:

Sistema de Submissão:
http://prmj.submitcentral.com.br

PRMJ

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